Quer aplicar seu dinheiro em Tesouro Direto? Vamos explicar como fazer

Aplicar em Tesouro Direto é uma boa opção para quem quer segurança ao guardar um pouco de dinheiro por mês. Não importa se a reserva financeira é de curto, médio ou longo prazo.

Este tipo de aplicação vem ganhando a preferência de muitos brasileiros há algum tempo. Isso porque a sua rentabilidade é superior à da poupança. Além, claro, da segurança.

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Se você está pensando em colocar seu dinheiro em Tesouro Direto, antes de tudo, precisa entender como este tipo de aplicação funciona.

O que é o Tesouro Direto

É um título público de renda fixa emitido pelo Tesouro Nacional.

Ao investir em Tesouro Direto, na verdade você “empresta” dinheiro ao governo e poderá ser remunerado por isso. As taxas podem ser prefixadas, pós-fixadas ou híbridas.

No Tesouro prefixado a rentabilidade é fixada previamente. Ou seja, você consegue calcular quanto receberá no vencimento do título. A cada seis meses há o pagamento de juros, que são creditados na sua conta de investimentos. É uma opção interessante para você que quer uma renda a cada semestre.

Já o Tesouro IPCA é um título de renda fixa híbrido. Ele acompanha a variação da taxa de inflação IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Além disso, os títulos rendem uma taxa prefixada. Ele tem diversos prazos de vencimento. Assim, você pode optar por aquele que se adequa aos seus objetivos.

Por sua vez, o Tesouro Selic é um título pós-fixado. A rentabilidade acompanha as movimentações da taxa Selic.  Por isso, vem sendo um substituto à poupança, já que rende diariamente. Já na poupança, os rendimentos são creditados uma vez por mês. O Tesouro Selic é indicado para investimentos de reserva de emergência, por exemplo.

Como investir no Tesouro Direto

O primeiro passo é procurar uma corretora de valores e abrir uma conta de investimentos. Em seguida, transferir o valor da aplicação para esta conta da corretora.

Mas, atenção: antes de definir a corretora, consulte a lista de instituições financeiras autorizadas a trabalhar com títulos do Tesouro Direto assim como verifique quais as taxas que cada corretora cobra.

Feito isso, a próxima etapa é entrar em contato com a corretora para fazer o investimento. A propósito, em algumas é possível fazer isso de forma virtual. Nestas, é preciso entrar na plataforma da corretora e seguir o passo a passo para o investimento em Tesouro Direto.

Especialistas em investimentos indicam que, antes de fazer a aplicação, contudo, é importante que você conheça seu perfil de investidor. Normalmente, as corretoras oferecem testes onlines para você saber se é um investidor arrojado, moderador ou cauteloso, bem como orientações de qual seria o melhor investimento para você.

Vantagens do Tesouro Direto

A rentabilidade e a liquidez diária são os pontos principais. Entretanto, você precisa, primeiro, ter claro para que fim será utilizado aquele dinheiro e se precisará dele no curto, médio ou longo prazo.

Outra vantagem é a facilidade para investir. Você só precisa de uma conta numa corretora e acesso à internet.

Sem contar que o Tesouro Direto é um investimento de baixo risco. Isso porque ele é emitido pelo governo e a possibilidade de quebra do Estado é muito baixa. Assim sendo, é possível dizer que o Tesouro Direto é mais seguro do que a poupança, já que bancos podem quebrar.

Por fim, pequenos investidores podem comprar títulos do Tesouro Direto. O valor mínimo para começar a aplicar nele está em torno e R$ 30.

Acompanhando os rendimentos

Você pode ver o extrato pela sua corretora ou acessar diretamente o site do Tesouro Direto. Neste site, os rendimentos de cada título são mostrados por períodos de 30 dias.

Custos para investir no Tesouro Direto

Quem investe em Tesouro Direto será cobrado de taxas e impostos. Conforme o valor investido e o prazo de aplicação, os ganhos podem ser menores por conta destes encargos.

O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é um dos impostos cobrados. Incide sobre os rendimentos apenas nos primeiros 30 dias da aplicação. Assim sendo, para não pagar o IOF, você deve fazer resgate após um mês da data da aplicação.

É cobrada semestralmente a taxa de custódia pela B3 (Bolsa de Valores). No ano ela é de 0,25% do valor investido. Mas algumas corretoras assumem esta taxa. Se quiser, procure uma delas.

Por fim, o IR (Imposto de Renda), que incide sobre os rendimentos e de forma regressiva. Quanto mais tempo você deixar o dinheiro aplicado no Tesouro Direto, menor será o IR. Por exemplo, uma aplicação de 180 dias o IR é de 22,5%. Já maior de 721 dias, é de 15%.

Como fazer o resgate

Basta entrar em contato com sua corretora de forma física ou virtual.

Se você optar por resgatar parte da aplicação antecipadamente, deverá especificar o valor. Feito isso, em um dia útil o dinheiro já estará disponível na sua conta. É importante relembrar que o resgate antecipado pode gerar perdas financeiras.

Na data do vencimento do título você terá a opção de fazer o resgate ou reinvestir no próprio Tesouro Direto. Se a opção for de resgate, você irá receber o valor do título mais o rendimento, descontado o valor dos impostos e taxas. 

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